terça-feira, 31 de maio de 2016

do amigo Evandro!

No derramar da lágrima sentida
Pelo gozo feminino e comovente
Fico a observar-te, ó, flor bonita
Que mulher amada és tu, querida!
Desfalecida, entregue ao meu cuidar
Rendida, conduzida até ao meu lado
Na cama, o nosso mundo, a maravilha
Para emocionados nos curtirmos
Paisagem mais que linda essa tua
Tu assim, menina nos meus braços
Após nos mesmos braços me exerceres
Te exercitando em mim, a amazona audível
A hora em que vivemos e no Éden mesmo
Sem desse mundo darmos consciência
Eu te levando á fonte de prazer vertente
Pra te amparar já calma em refratário bem
CELESTIAIS MOMENTOS
(EB) O POETA DAS ROSAS

terça-feira, 24 de maio de 2016





DiALOGO POÉTICO
Eu- Que olhar é esse que me captura?
Que me encanta ao máximo divinamente?
Branca- É o teu grande amor a me deixar assim
Por me fazer tão bem, por me fazer sorrir
Eu- Talvez correta estejas, minha amada musa
Só sei que vejo a fonte de alegrias sagradas
Estando a contemplar-te me elevando ao céu
Por me amares muito, por te amar assim
Te adorando em moldes de um consorte honrado
Branca- Quanto a mim pergunto, que amante és tu?
Moldado para mim, pra me fazer mulher?
Eu- Respondo-te querida, sou teu adorador
Tão fácil saciar-te tal curiosidade!
Sou o afeito homem, para ti enviado
Pra te dar carícias que na magia existem
Co'a missão devida que ninguém me tira
Ser preenchido contigo em mais gostoso ter-te
E, sem mais perguntas, me encantar contigo
Pois, tu és tudo aquilo que na vida vale
Branca- Se é pra tanto a causa de comigo estares
Digo que mais nada além de amar-te quero
Que sou tua, inteira, porque és meu também
No responder do corpo e no sorrir da alma
Eu- Porque estamos juntos e também colados
Qual siameses amantes que se necessitam
Nós- Porque o amor existe, triste ou não, resiste
Se perpetuando no horizonte árduo
(EB) O POETA DAS ROSAS

terça-feira, 17 de maio de 2016

CANTO DA CIRANDA


E faço-te saber a quanto anda
meu modo de cantar nessa ciranda
de cima à baixo e de baixo à cima
propagação do verso numa rima...

No vento cuja boca assopra agora
numa questão de apenas uma hora
o camelô que grita e num  zum zum
faz propaganda e dá  cinco por um...

A poesia é grata quando é lida
e segue bem cantada pela vida
de baixo à cima e de cima à baixo...

Me dê a mão nessa ciranda linda
poética demais agora vinda
para dizer que nela eu me encaixo!


Dorothy de Castro



 
Amor não tem idade. Design by Exotic Mommie. Illustraion By DaPino