sexta-feira, 31 de agosto de 2012

QUANDO O POETA IDEALIZA





 IDEALIZAÇÃO

És a flor do belo toda nua
Show da tua evidência que arrebata
Cativando qual vitrine em frente a mim
Notória captura aos olhos meus
Essa que me prende, encanto ímpar
Cerrando a mim teu ser apelativo
Desnudo, natural, acalorado
Pronto e deslumbrante, tentador
Minha posta musa exposta
Com leque de prazeres tão abertos
De formas tantas tu, contemplativa
Vens determinando o meu sentir
Cobiça minha incitas
É lema do teu ser me provocar
É tua a carne irreverente
Com pontos de uma arfante primazia
Trazendo a mim desejos, dado efeito
co'a força, a identidade tua em pelos
E os montes? valorosa propaganda
Ás vias de um querer pecaminoso
Vêem os meus olhos os teus cortes
Ainda qual plateia ébria e louca
Enchem a mim teu número e tensão
Luxúria e sedução e me embriago
Sorvendo deste sândalo que flui
Cheirinho que se chama puta fêmea
E vou e sentes a fúria se abater
Abrindo a dada trilha limpa e lisa
De forma a desbravar-te como nunca
E após ser a aguardente o aconchego

EVANDRO J(POETA)

BY DOROTHY  DIVULGANDO POEMAS DESSE POETA QUE ADMIRO!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

QUANDO O POETA EROTISA OS VERSOS

   IDEALIZAÇÃO

És a flor do belo toda nua
Show da tua evidência que arrebata
Cativando qual vitrine em frente a mim
Notória captura aos olhos meus
Essa que me prende, encanto ímpar
Cerrando a mim teu ser apelativo
Desnudo, natural, acalorado
Pronto e deslumbrante, tentador
Minha posta musa exposta
Com leque de prazeres tão abertos
De formas tantas tu, contemplativa
Vens determinando o meu sentir
Cobiça minha incitas
É lema do teu ser me provocar
É tua a carne irreverente
Com pontos de uma arfante primazia
Trazendo a mim desejos, dado efeito
co'a força, a identidade tua em pelos
E os montes? valorosa propaganda
Ás vias de um querer pecaminoso
Vêem os meus olhos os teus cortes
Ainda qual plateia ébria e louca
Enchem a mim teu número e tensão
Luxúria e sedução e me embriago
Sorvendo deste sândalo que flui
Cheirinho que se chama puta fêmea
E vou e sentes a fúria se abater
Abrindo a dada trilha limpa e lisa
De forma a desbravar-te como nunca
E após ser a aguardente o aconchego

EVANDRO J(POETA)


BY   DOROTHY

QUANDO O POETA PERDE O RUMO





ESTRADA

O amor foi sempre a minha busca
A procura-lo me tornei errante
Errando, assim, em desapontamentos
Iludindo-me, tornando-me mais seco
Com um pouco menos de minha seiva, esperança afora
Na estrada me deixando a própria alma
Dando o espaço a fera de morada quente
O corpo, então, de alguém empedernido e frio

Até que foi-se o inverno, tu chegaste a mim
A alma vadia a mim trouxeste, ó quem eu amo
Fundindo esta a tua com teu corpo lindo
Com um coração tão lindo que me faz chorar
Agora, após os percorridos anos
Sabendo que minha pressa me ofertou a ti
Cruzando, pois, estradas, desejosos sonhos
Se unindo e se perdendo indivisívelmente
E te agradeço hoje, meu amor maduro
Que é teu meu poetar brindado e louco

EVANDRO BATISTA
BY   DOROTHY

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

QUANDO A POESIA SE ENCONTRA,DÁ NISSO.



ENCONTRO POÉTICO

Nosso encontro, vida, manhã de sol que meu dia brinda

Onde tudo se faz com amor,com prazer

é desejo corrente no curso do teu rio ao encontro do meu

Eo teu mar me chamando no azul suplicado
Do nosso querer

E o nosso querer, meu amor, na paixão que entorpece, esses fluidos que brotam
Me diz o que é tal tormenta abaixo dos céus de ternuras benditas

Dos corpos macios em delicias de cios amor que mais quero

No teu templo sagrado que profana com toda minha fúria meu corpo faminto

E assim nos fartamos em doces poemas
onde sentes e eu sinto!

Evandro Batista/Dorothy de Castro

QUANDO O POETA SE FRAGMENTA (1)




FRAGMENTO PARA O MEU AMOR

Cativa esse teu viço, a mim subleva
Tua intimidade a mim seduz
Simples, corriqueira, provocante
Sexy para me presentear
À noite minhas delícias prestativas
Múltiplas facetas que me emocionam
Essas que minhas lágrimas atestam
Agora sem falar te usufruindo
Se comovendo até não mais...
Ó áurea magnitude, até te crer
No berço de um viver felicidade
Na graça assim, feliz te crendo minha

EVANDRO BATISTA

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

QUANDO AS POETAS DUETAM

terça-feira, 21 de agosto de 2012

QUANDO O POETA FICA LIRICO




FRIO DE SOLIDÃO

Noite em despedida a vida minha
Inverno de depressão, único e só
Vento sobre o verde que chicotea
Num frio que maltrata as esperanças
Dizendo a eterna escura o quanto sofro
Nessa redundante solidão
Presságio, profundeza de minhas lágrimas
Retratadas no martírio do meu ser
Me apagando, é, pois, tristeza, nada alcanço
É que caio por fracassos, desanimo
Eu, esse obtuso e sem sentido
Nessa tão dormente travessia
Chove, racha o frio os lábios meus
Por momentos a existência desvanece
Me deixa a utopia quando usurpa
As horas tão bem quistas de vivência
A face de um gelar que não me finda
Levando-me a quentura de artifícios
Sonora qual CHOPIN que testemunha
Sob a música mais minha, toda angústia
Tanta intensidade desprazida
Tocando em mim, ileso e massacrado
EM meio ao mundo afora nesta sina
Vendo morrerem aos poucos a ilusão

EVANDRO BATISTA
 
Amor não tem idade. Design by Exotic Mommie. Illustraion By DaPino