A minha mãe era de uma grandeza
Peculiar , e de uma tal beleza
Que me parece ainda poder ver...
A sua voz tão mansa, tão singela
Penso ter dado Deus e só pra ela
Esse timbre de tão doce voz
Quando falava à qualquer um de nós...
A minha mãe não tinha o dom da escrita
Mas nos dizia coisas tão bonitas
Que nunca li em versos de poeta
E quando um de nós adoecia
Ela falava com a Virgem Maria
Pedia por seu filho e tão quieta
Ficava, que a mãe de Deus a ouvia...
A minha mãe sorria de mansinho
Ah, mãe! saudade do carinho
Que eu talvez nem tenha agradecido
Hoje é teu dia e nessa poesia
Mando pelo correio da emoção
Receba ai no céu mãezinha amada
Os versos que tirei do coração
Divida com outras mães que ai estão
Saudades minhas e dos meus irmãos
Fica com Deus amada e até um dia!!!
Dorothy de Castro ....Daqui pra frente....
domingo, 31 de julho de 2011
O QUE EU SEI DE TI
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22:32 (0 minutos atrás)
O QUE EU SEI DE TI
Eu não tenho medo de te mostrar isso
Coisas que sei de ti sem conhecer-te
Medo do amor que nasce sem pedir
Desejos de amar em tantos e tantos leitos...
Vontade de imaginar a mulher perfeita
E não me aceitar de nenhuma forma ou jeito
Mas sou assim de muita escrita, muita libido
Na poesia bonita verso vestido
De doces malicias,delicias...desejos,
Hás de me amar em encharcados beijos...
E descobrir depois,tudo que sei de ti...
Dorothy de Castro
Eu não tenho medo de te mostrar isso
Coisas que sei de ti sem conhecer-te
Medo do amor que nasce sem pedir
Desejos de amar em tantos e tantos leitos...
Vontade de imaginar a mulher perfeita
E não me aceitar de nenhuma forma ou jeito
Mas sou assim de muita escrita, muita libido
Na poesia bonita verso vestido
De doces malicias,delicias...desejos,
Hás de me amar em encharcados beijos...
E descobrir depois,tudo que sei de ti...
Dorothy de Castro
sábado, 30 de julho de 2011
NAMORO ANTIGO
Eu com vestido de chita
Blusinha bem decotada
A saia muito rodada,
Te esperava no portão...
No rosto o papel crepon
era rouge e na boca
o mesmo baton e que suje
eu nem ligo dizia eu...
Bem noitinha sem lanternas
Só a lua alumiando
As perninhas tremulando
Ai que raiva dessas pernas...
Você não chega azar meu
De repente lá no escuro
Um sujeito pula o muro
E chega devagarinho...
Meus olhos arregalados
Olham bem dentro dos seus...
Não tem nada complicado
Só nossos lábios molhados
Se mordendo nos beijinhos!!!
Dorothy de Castro - Daqui pra frente...Dorothy
Blusinha bem decotada
A saia muito rodada,
Te esperava no portão...
No rosto o papel crepon
era rouge e na boca
o mesmo baton e que suje
eu nem ligo dizia eu...
Bem noitinha sem lanternas
Só a lua alumiando
As perninhas tremulando
Ai que raiva dessas pernas...
Você não chega azar meu
De repente lá no escuro
Um sujeito pula o muro
E chega devagarinho...
Meus olhos arregalados
Olham bem dentro dos seus...
Não tem nada complicado
Só nossos lábios molhados
Se mordendo nos beijinhos!!!
Dorothy de Castro - Daqui pra frente...Dorothy
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O POEMA DESESPERADO
Aqui estou eu me recordando de vocêO vento sopra vadio e corta minha alma...
Solitária como as montanhas ingremes
Tento me aprumar pra não rolar, rolar...
Notas de uma canção ecoa dentro de mim
E o teu fantasma se faz quase presente...
As aves sobrevoam a minha cabeça silenciosas
Ensaiam um voo rasante e me observam...
Posso chorar sem chamar a atenção, sem pena
Posso sangrar até me encher de mágoas...
Teu rosto é real aqui na minha mente
Expulso uma vontade de escrever poemas
E um desespero de versos sai da minha boca
Hoje sem nada pra dizer me quedo muda...
Queria a tua falta mas não a morte
O gelo dessa boca destruindo os bejos!...
Dorothy de Castro Orgasmo Poético
quinta-feira, 28 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
AMIZADE
Te amo tanto amigo, tanto, tanto...
Que até os céus se invejam desse amor!
Tua felicidade é o meu desejo,
A tua face pura tem meu beijo,
Pra ti escrevo versos de louvor...
Louvada seja amigo essa amizade,
Que me dedicas sem quaisquer malicias,
Se apague amigo todas as delicias,
Que não exista mais mediocridade...
E que sejamos como dois irmãos,
Que mesmo na distância dão-se as mãos,
E que de vez em quando tem saudade!
E a minha boca nunca mais deseje,
Sentir o beijo amigo que a beije!...
Dorothy de Castro..Daqui pra frente.
Que até os céus se invejam desse amor!
Tua felicidade é o meu desejo,
A tua face pura tem meu beijo,
Pra ti escrevo versos de louvor...
Louvada seja amigo essa amizade,
Que me dedicas sem quaisquer malicias,
Se apague amigo todas as delicias,
Que não exista mais mediocridade...
E que sejamos como dois irmãos,
Que mesmo na distância dão-se as mãos,
E que de vez em quando tem saudade!
E a minha boca nunca mais deseje,
Sentir o beijo amigo que a beije!...
Dorothy de Castro..Daqui pra frente.
sábado, 16 de julho de 2011
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